Os erros que resultaram na morte do policial Edson Cota

A bala que matou o policial Edson Cota durante uma desorganizada operação para prender uma quadrilha especializada no golpe da saidinha de banco saiu da arma de um colega. E isso ficou claro na foto acima. Como ficou claro também no vídeo gravado pela TV Acritica, o improviso de uma operação no mínimo desastrada. Com exceção do delegado, dois agentes e da repórter convocada com estranha exclusividade, os demais policiais não usavam coletes. Qualquer um poderia morrer nesse tipo de ação, que foge aos padrões de segurança estabelecidos pela própria policia. O vídeo é esclarecedor. Repórter e cinegrafista chamados para tornar a operação uma prova de que a Policia do Amazonas é eficiente, acabaram montando um quadro inverso, de desorganização, falta de preparo e comando. A morte do policial Edson Cota não foi uma fatalidade, foi um erro - de comando e de execução de uma operação que embora tenha prendido a quadrilha se revelou um desastre do ponto de vista estratégico e que não pode se repetido. A desorganização foi tão grande que Edson Cota ficou na linha de tiro de um colega. O resultado, lamentavelmente, não podia ser outro...
TIRO PELA CULATRA
Sem poder ouvir os principais protagonistas da espionagem feita pelos EUA contra o Brasil, a CPI da Espionagem, cavada pelo senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB) começa descobrir o óbvio. O pós-doutor Ségio Pugliusi afirmou nesta terça que, em uma escala de 0 a 10, o Brasil está entre 3 e 4 no quesito segurança da informação.
LICITAÇÃO SEM CONCORRÊNCIA
O deputado Plínio Valério (PSDB) não vê transparência nem concorrência no leilão do campo petrolífero de Libra, que tem potencial para produzir 12 bilhões de barris de petróleo. Para Valério, “o leilão trilionário” não teve concorrência e, mesmo assim, o governo petista acha que foi tudo muito bem. O consórcio liderado pela Petrobras arrematou Libra.
QUANDO SO BOATOS CESSAM
Em política, quando os boatos cessam costuma-se dizer que "todo mundo comeu abiu". Assim está o cenário político local desde o último lance protagonizado pelo deputado Chico Preto que, sem afirmar nem desafirmar, se colocou à disposição do povo como opção de renovação.  Como todo político, Chico sabe que as articulações de ontem podem não valer nada hoje, e amanhã caírem totalmente no esquecimento. Ele e Henrique Oliveira são deputados que ganharam partidos para jogarem soltos no meio de campo "aporrinhando"  o adversário.
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Mas ambos sabem o risco que correm se as jogadas dos chefes não derem certas e eles precisarem mudar o jogo. Podem ficar sem mandato e sem um governo pra se abrigar.  O silêncio dos caciques indica que muitas conversas estão acontecendo longe de ouvidos e olhos curiosos.
OS CORONÉIS DE RIO PRETO
A coisa esquentou com as manifestações do fim de semana no Rio Preto da Eva. Um experiente político local disse ontem que a situação do prefeito Dr. Ricardo está insustentável. "Ele mexeu com um grupo poderoso, que comanda o município nos bastidores, e agora tá no mato sem cachorro'.  Neófito nas malandragens da política, o prefeito não sabe o que fazer pra controlar o barco no banzeiro do rio Preto (que por sinal é bem estreito).
NO PASSADO ERA ASSIM
No passado, a fonte era boa. E no futuro, a fonte vai jorrar pirarucu. Foi mais ou menos o que deixou subentendido o deputado Wilson Lisboa, ao anunciar uma cessão de tempo para o seu irmão Humberto Lisboa, que foi à Assembleia Legislativa ontem lançar o livro "Fonte Boa: chão de heróis e fanáticos". Segundo o mano Wilson, "existem duas Fontes Boas", uma no passado que é relatado no livro e a do futuro, com sua economia focada na produção do pirarucu, "que será o futuro do Amazonas".
TODO APERREADO
Quem anda "aperreado" com a falta de comida na cozinha de sua ampla residência presidencial é o senador Renan Calheiros.  A licitação para compra de alimentos foi suspensa há cerca de um mês e o estoque acabou há mais de uma semana. Resultado, Renan anda "comendo fora". Logo ele, que já foi quase cassado por causa de um namoro que lhe valeu a renúncia ao cargo de presidente do Senado.  A bagatela da compra é de 98 mil reais, para seis meses, ou seja, 544,44 reais de comida por dia.
ATRÁS DO PREJUÍZO
Nesta quarta-feira, 23, o TCE deve apreciar recursos de administradores públicos que tentam, por essa via, reverter decisões da corte que lhes foram contrárias. Em entre estes estão o ex-reitor da UEA, Aldemir Oliveira, assim como ex-prefeito do municio de Manacapuru, Ângelus Figueira.
 EmPACado
A ex-ministra do Meio Ambiente e pretendente a ser presidente da República, Marina Silva (PSB), pero no mucho, ontem em entrevista no Roda Viva da TV Cultura, afirmou que o PAC não é um projeto, nem um programa, só gestão de obras sem recursos. Garota humilde, a acriana entende da falta de recursos.
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Marina também disse, ao ser questionada sobre se deveria ser consultada para autorizar uma eventual biografia,  que já tem duas biografias não autorizadas.



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