Sargento reforçou que providências sobre o crime seguirão as leis...
Silvia Margarida foi morta com tiro na cabeça nesta segunda-feira (14).
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| Sargento do Corpo de Bombeiros, Augusto Campos (Foto: Andressa Azevedo/G1) |
Em entrevista ao G1, o sargento contou que quando soube do crime estava de serviço no quartel do Corpo de Bombeiros. “Ela sempre vinha aqui em casa, tomar benção da mamãe e retornava. Foi o acaso. Não foi nada de outros casos. Revolta porque ela deixa dois filhos, um de 8 e um de 14 anos. Revolta a forma como ela foi a óbito, com tiro na cabeça”, disse o irmão.
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| Familiares e amigos reunidos na casa da mãe da subtenente na manhã desta segunda |
Campos reforçou que apesar de ter sido uma militar, as providências adotadas para chegar ao autor do crime seguirão as leis. “É o procedimento correto até proque somos militares e seguimos essa linha”, explicou.
A subtenente foi morta com a própria arma enquanto caminhava por uma calçada, em frente a Associação de Moradores do bairro Caranazal. Ela havia saído do trabalho e iria até a casa da mãe quando foi abordada por um homem em uma motocicleta. A hipótese inicial da polícia é que ela foi vítima de latrocínio (roubo seguido de morte), pois o criminoso fugiu com a arma, mas não estão descartadas outras possibilidades.
A vítima chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. O Serviço de Inteligência da PM foi acionado e investiga o caso. O policiamento foi reforçado, barreiras foram montadas e pessoas com atitude suspeita estão sendo abordadas.
Uma câmera de uma casa, localizada na Agripina de Matos, registou o momento em que a subtenente caminhava pela rua. O motociclista aparece nas imagens. O vídeo, que não teve a divulgação autorizada pela polícia, não mostra o momento do crime, mas será utilizado pela para tentar identificar o suspeito.
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| Local onde a subtenente Silvia Margarida foi assassinada (Foto: Andressa Azevedo/G1) |


